quarta-feira, 8 de maio de 2013
Bleach
If everything but rain is what you have to say to me I think it's done.
We're just memories in the rain then I can be free and by now you should be gone.
The dark side of the universe is made by the fire and by the lust
And if you wanna bring the light you kill the shadows
lessons to be learnt.
Princess and the dragon they are no here in this world. They never did.
I call it end of hypnosis
now you free to reality.
End of bond, end of the bond, end of all bonds
is there nothing tying you here?
Welcome to our execution, free of all illusions
what you do from here?
You blame your conquistadores
blame them for the mala suerte you got.
perhaps you should not pray for predators
Death is the only thing they got.
The dark beat says to my heart they are planning to come here and take our life.
The burnour Inferno is not bright or hot. It is cold and it is dark.
But the rescuer in the dark, rescuer in the deep dark will save us again
We must do a countdown to the end
and he will bring the evil death and strawberry.
sábado, 27 de abril de 2013
Naquele dia em que eu estava em 2012, sabe??
Ó, tava mexendo nos meus cadernos da Universidade e acabei vendo um texto que escrevi durante as aulas (provavelmente uma de ICP porque elas sempre eram uma bosta). É daqueles bem idiotinhas que eu costumo escrever de vez em quando. Ó:
Aqui não.
No que eu achei que era o começo de algo, vejo somente frustração
E realmente me arrependo de ter criado tal ilusão
De uma hora pra outra você some
E de ontem pra hoje já nem lembra do meu nome
E deixo registrado nesse diário aberto
Que numa próxima vez você não chegue tão perto
Já deixei de usar há muito tempo esse tal de coração
E deixo claro para você e toda a tempestade que podes causar: aqui não.
Como é que não me lembro dessa bad?? (risos)
sábado, 20 de abril de 2013
Mas Como É Triste!
Não fazemos arte pura. Não nos cabe tal beleza. Porém, não deixamos de fazer arte. A capacidade sistematizada de percepção misturada com interpretação da realidade nos proporciona visão por demais bela. Sim, bela. Uái! Mas quem dera só isso fosse preciso para o retrato do que queremos mostrar. Infelizmente a parte mais difícil do ofício é a que o qualifica como arte, e nos qualifica como artistas ao fazê-lo. A revolução do pensamento convencional nos é necessária e crucial para a invenção. Sem esta, toda a beleza proporcionada pela compreensão se esvai. Rápido. É preciso que o artista se tome de um estado de ruptura bruta do que se tomou como consenso anteriormente a fim de causar admiração e revolta nessa nossa comunidade.
Nós não fazemos arte pura. Por mais que nossa história ressalte essa pretensão, não somos tautológicos. Não somos terapêuticos também. A paradigmática nos tirou esse adjetivo há muito tempo. Mas somos "paralaxados" de um modo que conseguimos performar toda uma progressão existencial sem de fato nos transformar em alguém que não somos. E isso reflete em nosso artesanato.
Complexo, certo? Na verdade mostrei nossa situação de maneira simples, pois a mente não me permite mostrar mais. Mesmo não parando de refletir sobre.
E então Ednardo ecoa na minha cabeça.
sábado, 6 de abril de 2013
Os Batutas
Mas não se enganem! os batutas, quando menores, eram sérios e organizados quando era preciso. Esses meninos tinham uma esperteza de órgão governamental para tratar de assuntos que eram reservados aos seus; desde políticas públicas à guerras. Os batutas eram crianças realmente sapecas! Criaram um código capaz de protegê-los dos perigos e de incentivá-los a aprontar criancices de modo que só um roteirista muito perspicaz poderia fazê-lo. De fato, já chegaram a pensar: o quê pode ser capaz de acabar com esses meninos? Não existe!
Pois bem, devo-lhe dizer que aquele ou aquela que desconsiderou o tempo certamente não poderia achar a fraqueza desses batutas e foi extremamente estúpido ou estúpida por não considerá-lo. O tempo foi um fator crucial para a revolução que ocorreu nesta organização criada por pequenos batutas. Com o tempo, cada batuta começou a mudar até que todos deixaram de ser pequenos ou crianças. Portanto, suas necessidades mudaram, e portanto, seu código mudou logo após. Os batutas, agora não tão pequenos ou crianças, começaram a não brincar tanto fora de casa com faziam, nem travavam tantas guerras com seus rivais como antes. Aliás, o inimigo era outro agora.
Esse inimigo sempre esteve presente, era conhecido dos batutas. Seres extremamente nojentos e limpos! Com frequência esse inimigo se apresentava perto de ou com coisas rosas, ursos e gatos ou outros animais. Nunca foram muito brutais entre si, esse inimigo e os batutas, mas com o tempo, veio o desejo de ser amigo do inimigo. Isso surgiu dos dois lados. Entre os batutas, foi um de seus membros fundadores o primeiro a sofrer com o mal do tempo. Esse membro fundador foi, de certa forma, o responsável pela maior ruptura brusca de sistema na história destes. E, penso eu, responsável pela destruição dos pequenos batutas; mas isso é pessoal. Os fatos são: após as ações desse membro em especial, toda a situação sugeriu que esse inimigo poderia ser um aliado bastante especial. E com certeza foi bom por um certo tempo.
E por um certo período de tempo foi bom mesmo. Mas - com o salve de Alda Judith Alves - as pessoas dizem: tudo que começa, acaba. E a inimizade que se tornou amizade deixou de ser amizade para ser algo diferente ou simplesmente regrediu ao estado de inimizade. A partir daqui, nossos pequenos batutas se tornaram batutas. Batutas somente. Se por acaso pareceu que culpo o membro que iniciou tudo isso, essa cadeia de mudanças radicais no padrão de realidade compartilhado por esses meninos não mais tão pequenos, parece que o/a induzi ao erro. Nada fica o mesmo, e nem estes meninos deveriam ficar. A adaptação é necessária, é natural. Porém, todos nós gostamos de lembrar dos tempos bons. Da vida simples que uma vez tivemos. E isso não é errado, ensina os seres humanos a almejarem algo, seja a simplicidade ou a complexidade. Os nossos batutas, por exemplo, é certo que uns adorariam voltar ao tempo em que eram criancinhas, outros não. É a vida.
domingo, 31 de março de 2013
Lulu Santos: O dia antes do ciclo recomeçar.
Confesso que estou viciado. Em você. Tudo que eu faço, leio, escuto, ou seja, tudo que passa por mim, sinto que deve ser passado para você. Pode ser só uma música, um livro, um programa de TV; e pode ser uma angústia, uma raiva ou medo. Me vejo um soldado que tem o dever de reportar ao oficial comandante tudo que ocorre em seu turno. Estou dependente de tua presença na minha vida.
Sabe, eu não fui feito para ser assim. Costumo sair tarde da noite só porque é mais perigoso. Porra! eu fui direto para uma ameaça terrorista e sobrevivi. Eu sou um guerreiro. Estou sempre em guerra. Mas, exepcionalmente agora, estou perdendo batalhas. Todos os dias passam e me sinto um subordinado, o soldado. E isso me é muito estranho, porque eu sempre fui o líder, sempre o comandante. Pode perguntar para todo mundo!
Acho (mas só acho) que é por isso que estou sendo esse babaca inseguro para o qual tu escreves todo dia. Concordei em te deixar liderar isso que a gente tem sem lembrar ou até mesmo considerar como eu ficaria, sendo direcionado por aí. Não sendo aquele que mostra o caminho.
Mas não reclamo, só relato. Mesmo sendo da minha natureza guiar, tenho a compreensão que nós devemos fazer isso que temos desse jeito, por você. Eu nem sei se isso tudo vai funcionar a meu favor, mas é uma aposta que estou disposto a fazer.
24/3/13
Confesso que me reabilitei. Eu sou um guerreiro, treino a cada dia e faço com que as dificuldades trabalharem a meu favor. Eu nem sinto tanto a sua falta. Mas ainda sinto. Ainda tenho aquela vontade de te dizer das músicas e livros que leio, ou das raivas que tive no dia, mas sabe? Comecei a pensar. Tu tens teu deus da razão e eu tenho o meu. Qual é a realidade causal disso que me faz querer te incluir aqui? Percebi que a resposta não é racional, mas a ação sim. Então, por mais que eu queira, não vou cair em tentação e te mandar cartas ou pombos correios do século XXI. Mas não se engane, a resposta não é racional e não mudou - o tempo e o espaço são constantes no decorrer da criação e da não-criação - ainda.
Te vejo quando o ciclo começar.
31/03/13
terça-feira, 26 de março de 2013
Combustível
Ela é meu combustível. Sempre que me vejo numa situação onde só a minha vontade não é suficiente, é nela que encontro forças para fazer o que deve ser feito. É meio religioso, eu sei, mas só meio. Infelizmente a fé não me dá o que eu preciso (ou pelo menos acho que preciso) ter para fazer certos tipos de coisas.
Também tem o lance de eu sempre prefirir ser o bad boy. Nunca consegui ser um verdadeiro, creio que tenho muita música romântica na veia e muita nerdice no coração para ser mal. Só que isso nunca me impediu de tentar. E de vez em quando eu consigo não ser o coração partido da situação.
Mas por mais que ela seja meu combustível, ela é nociva para mim. Se deixa-la acumulando por aqui posso acabar causando um desastre. Então sempre tento queimá-la, para que com isso eu consiga ficar mais em paz comigo. Eu sou um carro velho para o meu combustível, bebo muito dele. E assim, mesmo sendo carro, sou meu motorista também, e como todo mortal, nem sempre consigo gastar todo o combustível que tenho de uma vez.
Tá fearg ar mo breosla!
quinta-feira, 21 de março de 2013
Deus Le Volt!
A hierarquia, a propriedade privada, a economia, a política
são formas de garantir poder ao indivíduo. É da natureza humana, principalmente
agora nesses tempos capitalistas e globalizados, o desejo de possuir: objetos,
relações, sentimentos, forças das mais diversas definições. A antropologia nos
mostra como, nas mais diversas situações de aglomeração de pessoas, a vontade
inerente ao homem de possuir sentidos é forte e como esta é força motriz para o
funcionamento das comunidades. O ser é característico, e o ser humano tem a
consciência do valor social que as características possuem. Vale lembrar que a
consciência valorativa é mutável, portanto, cada época da história e
pré-história humana possui todo um pacote de sentidos sociais que devem ser
levados em consideração para a boa compreensão da função que as instituições
sociais exercem no período dado. E tendo essa consciência do valor possuído
pelas características, a pessoa sente a necessidade de possuir o conjunto de
características mais bem-vistas ou mais consideradas em seu meio. É demandado
do comerciante um nível de administração suficiente para gerir seu negócio, do
chefe do morro é esperada certa lealdade e colhões para manter seu domínio na
favela. E estes profissionais têm a vocação e o incentivo para alcançar as
características que são atribuídas aos seus respectivos ofícios: ao militante,
lealdade à causa, ao comerciante, a administração, ao médico, a habilidade de
tratamento de enfermidades. Os exemplos se estendem a imaginação.
O ser humano também possui outra habilidade que os
estudiosos e entusiastas das ciências biológicas gostam de chamar de instinto
de autopreservação. E para se auto preservar o homem primitivo e seus
familiares se juntaram a outro homem primitivo e seus familiares e assim por
diante, dando início ao homem tribal. E para evitar crítica de Alda Judith
Alves à desnecessária análise arqueológica, digo que esse instinto levou a
sociedade a essa série de relações e ações que fazem a coisa social acontecer.
Para viver, o ser humano precisa do outro. Até pelo fato do ser humano ser o
animal que mais causa a morte do ser humano. É preciso ter garantias que uma
pessoa não mate a outra. É preciso que algo faça o homem ver que, apesar de um
indivíduo ser capaz de se proteger e prover quase todas as suas necessidades
sozinho, em grupo é mais vantajoso.
O cristianismo, assim como outras religiões, viu essa
situação explicitada acima como sagrada. Vou tratar especificamente do
cristianismo por esse texto ser, de fato, uma análise da situação da Igreja
cristã. A propósito, Deus Le Volt!
(algo como “Deus quis assim”), é parte do discurso que iniciou as Cruzadas, uma
das maiores atrocidades humanas que se tem notícia. Voltando ao raciocínio, o
cristianismo elevou ao sagrado a vocação, a necessidade interna, do agrupamento
entre homens. Como esse agrupamento se dá? Isso depende dos valores regionais e
típicos da época em que estes acontecem. Os Dez Mandamentos são um exemplo
escrachado desse upgrade dado às leis
de convivência pré-estabelecidas que garantem o bom funcionamento da vida em
comunidade. Eles são leis de convivência social baseadas no amor incondicional
de uma pessoa à outra.
A cultura tem como pilar essencial a educação. Sem ela, cultura
não seria o que é por definição. O aprendizado das leis de Cristo, em sua época
feito através de parlatórios e oratórias, com o tempo se tornou impraticável. O
crescimento do rebanho de Deus demandou espaços específicos para o culto. A
partir daí o conceito de Igreja, dado na Bíblia mais ou menos como “onde dois
ou mais se encontram em Meu (Jesus e/ou Deus e/ou Espírito Santo) nome”, se
confundiu com uma definição de lugar onde os rituais cristãos são realizados.
Não questiono aqui a necessidade de espaços capazes de abrigar todos os crentes
de maneira que estes possam praticar sua crença do jeito que a tradição manda.
O que questiono é essa distorção causada pelo raciocínio causal desprovido de
embasamento de saberes da doutrina cristã. A Igreja foi, com o tempo, tomando
características não advindas das Escrituras, se tornando uma instituição cada
vez mais política e burocratizada, como é visto na história entre a criação da
Igreja Católica até os dias atuais.
Ninguém é perfeito nesse mundo. Todos nós temos ideais de
conduta, mas somos tanta coisa ao mesmo tempo – marxista, empreiteiro,
namorado, filho, mexicano, vogal – que acabamos de um modo ou de outro, saindo
à regra do padrão idealizado do que somos em determinado momento. Acabamos por
confundir coisas que somos com lugares em que deveríamos ser outras coisas.
Futebol é bastante similar à guerra, entretanto, não é aceitável jogadores
usando de violência ganhar a partida. Já na guerra, o soldado é obrigado e
incentivado a ser violento contra o inimigo. Habilidade é bônus aqui. O
objetivo é matar muito e matar rápido. No futebol, é golear.
Devido a cargos que ocupei ao longo da minha vida, vi a
semelhança que a Igreja, lugar onde os rituais cristãos são realizados, possui
com a instituição de cunho político. Assim, como um Tribunal, a Igreja possui
hierarquias e departamentos com tarefas definidas, devidamente planejadas e que
seguem um plano político estabelecido pelo órgão superior. Assim como no
Senado, existem forças políticas na Igreja que brigam entre si pelo monopólio
do uso do poder atribuído aos cargos ou postos. O Pastor, o Presidente da
comunidade, o Líder da Banda são figuras com diferentes alcances políticos, mas
todos estes têm duas características em comum: poder e status. São status diferentes
em níveis e poderes distintos em significados e níveis, mas todos possuem tais
características, que trabalham em seus determinados espaços de atuação,
partilhando de um mesmo propósito: guiar a comunidade aos moldes da doutrina
cristã.
Agora, mais do nunca nesse texto, irei me atribuir do texto
Política Como Vocação, de Max Weber, para explicar o erro que é a mistura de
Comunhão em Cristo e política. A política é esse jogo de poder entre as pessoas
políticas. Poder é algo bastante significativo e desejado pela sociedade,
portanto, relembrando a necessidade humana de se colecionar características
bem-valorizadas aos determinados papeis sociais exercidos por cada membro da
coisa social, é esperado que as pessoas almejem poder. E, visto a similaridade entre Igreja e
instituição política, as chances da aplicabilidade do raciocínio político na
Casa de Deus são altas. Altíssimas, se José Dias me permite o uso de superlativo! E é isso que
vemos atualmente. As padarias e mercados são e sempre serão lucro certo, mas se
eles estão falindo e dando lugar a igrejas, é porque esse “negócio” é bastante
rentável também. Podemos ver nos meios de comunicação a dimensão que a
instituição cristã tomou. Camisas, bíblias, adesivos, e os mais diversos e
inusitados produtos são comercializados com o pretexto de pregação da Palavra.
Hoje não podemos mais desligar o político do econômico um do outro, como não
podemos desligar nível financeiro e nível educacional, por exemplo. Essas
variáveis são causais entre si e devem ser analisadas em conjunto. A Igreja a
muito deixou de ser um lugar onde praticam rituais cristãos. Hoje, a Igreja é
uma empresa. Ela pode falir, pode abrir uma nova filial no Brasil, gera lucro e
prejuízo além do âmbito político-econômico. E, além disso tudo, é um lugar onde
são praticados rituais cristãos. Aqueles que buscam o caminho de Deus ou se
perdem no jogo de poder valendo os meios e status necessários para fazer Sua
vontade, ou abandonam a Igreja, enojados com o rumo que toda a instituição
tomou.
Não julgo aqueles que são políticos dentro da Igreja, mas
sim lhes advirto: vossos motivos não são cristãos. A política e o Cristianismo
querem coisas diferentes: um, deseja o máximo de poder possível, o status mais
importante, tem em seu espírito a ambição de possuir força capaz de fazer o que
lhe for possível fazer, como achar devido; outro deseja apenas servir ao Senhor
e, por mais que lhe sejam atribuídos as mais diversas importâncias, não se
interessa por elas, sendo somente sua preocupação estar dentro dos ensinamentos
do Filho do Homem. Mas sem extremismos. É possível achar equilíbrio entre essas
potências intrínsecas ao homem religioso. Não vejo exemplo melhor que a
existência dos cargos de Pastor e Presidente da Comunidade vista na Igreja
Luterana. Ao Pastor cabe direcionar seu rebanho de acordo com a vontade de
Deus. Cabe a ele, sendo autoridade nos ensinamentos cristãos dentro de
determinada comunidade, ensinar como se devem trabalhar
os diversos âmbitos da interação social dentro dos limites do Cristianismo. Já
ao Presidente, cabe administrar a comunidade. Viabilizar de modos juridicamente
e economicamente legais as práticas cristãs. Termino o texto como comecei este
último parágrafo: Não julgo aqueles que são políticos dentro da Igreja, mas
lhes advirto: vossos motivos não são cristãos. A reflexão e a oração são
ferramentas poderosíssimas para a resolução de problemas de conduta moral. Cabe
ao indivíduo político e religioso usa-las para que se descubra sua verdadeira
vocação.
Precisava tirar a indignação da cabeça.
terça-feira, 19 de março de 2013
125
You wanna write someone out
You wanna put someone in a page
Wish I know if it is me you're talking about
Well, I can't care much now
We don't have the past enough for that
Wish I have so I could calm my soul in a better way
I wanna say, but I won't sure if you wanna hear
So I just wait, untill you write me down so I can read me
I wanna write some sadness
But I am to proud and angry to do it
Wish I could sometimes to be the guy that I ain't
Well, I just don't care
you tell your life to me and I hear
Wish I didn't know that the guy you wirte and think isn't me
I wanna scream, but I afraid to wake you in the morning
And I wait here, so when you wake up you hear me calling
I wanna say, but I won't sure if you wanna hear
So I just wait, untill you write me down so I can read me
Untill you write me down so I can read me
But I ain't the guy you're talking about
I ain't the guy you're talking about
segunda-feira, 18 de março de 2013
Taturana-Estrela: Reflexões Sobre O Modo de Amar
Taturana-Estrela é um cara muito gentil. Claro que tem seus defeitos e tudo mais - por exemplo: chato pra cacete, fala alto e quer ser mais que todo mundo, mesmo sendo imbecil como uma porta - que as pessoas têm. Isso não exclui o fato de Taturana-Estrela ser um cara muito gentil.
Acompanhando a vida dele, o vi se entregar ao espiritual de uma maneira muito linda., coisa que eu gostaria de pelo menos fazer uma vez. A certeza que Taturana-Estrela tem na obscuridade da religião é coisa de outro mundo. Vejo que o mesmo defeituoso de antes agora é um novo defeituoso! A religião trouxe ao Taturana-Estrela uma certa bagagem positiva de valores e adjetivos que são um tanto respeitados e incentivados pelo mundo que nos rodeia.
Só que a religião também trouxe coisas um tanto negativas também. Taturana-Estrela simplesmente se virou a sua incapacidade de controlar as forças do mundo e deixou tudo a merçe de sua divindade. Taturana-Estrela, que já era um merdão, não tem mais a capacidade de se virar sozinho. Ele se tornou a cristalização da incapacidade humana de resolver as coisas sem o uso do sagrado. E isso me abala, me preocupa, pois isso me deixa triste por ele. E me faz pensar se o meu anarquismo nas ações não é só teimosia de rebelde burguês.
Cutting the crap off, outro dia desses estava falando com Taturana-Estrela sobre aR tchuca da vida, certo? E, ele com o jeito boboca de ser pré-adolescente ( 6 anos após sair dessa fase), me falava dessa menina que ele gosta. Colocando-a numa porra de altar e coisas do tipo. Taturana-Estrela quer um amor concedido pelos deuses, então ele ora e espera que o divino lhe dê a força e os meios necessários para conseguir sair da paçoca e arranjar uma namoradinha.
Cara, como eu fiquei puto com Taturana-Estrela!
- Cara, tu devia parar de ser babacão assim e beijar logo essa menina - soltei, meio muito emputecido. E ele respondeu - Não. Sou um homem de honra, quero um relacionamento provido pelos deuses. E a gente ficou discutindo assim por um dado período de tempo. Eu, tentando explicar a ele que o deus no qual ele acredita não condena o toque ou na "livre iniciativa" de ação. Ele, com os olhos arregalados, não conseguindo compreender o que estav escutando de mim. Quando eu percebi isso, essa falta de... não falta de diálogo, mas sim essa falta de codificação entre o meu raciocínio e o cérebro dele, deixei de mão. E falei - Taturana-Estrela, faz o que tu pensa ser certo, que pelo menos quando der certo e quando der errado, você vai ter a certeza que você não foi culpado. Faz o que tu pensa ser certo e vai na fé. - Ele escutou. E agradeceu. E então fui embora.
Afinal, é assim que as coisas devem ser. Certo??
sexta-feira, 15 de março de 2013
Eins Tag
You don't need to think about the reasons why
You don't need to be upset if you don't try
You don't need to always get to the truth
You don't need to think that someday I'll not be with you
But if you do
I don't need to think about your past
I don't need to be upset if I won't last
I don't need to always hear your chat
I don't need to think that someday it will pass
But if I do
But if you do I'll be with you
And if I do I'll do with you
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